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sábado, 13 de novembro de 2010

DOR DOÍDA




Celina Missura



Dor doída,
desvairada,
intrometida...

Dor que suga meu coração
como tornado em ação
furacão
estranha sensação.


Dor doída
medos em erupção
alma partida
sensação de guerra perdida

medos se afloram
fragilidade explode
domina, mina
é nudez sem proteção
é solidão!

Dor doída
Palavra perdida,
Escondida
Chorada e gemida

A noite se faz
Desfaz, refaz
É o mergulho na escuridão
É começo de Ressurreição!



(Poesia e Foto - crédito Celina Missura)

3 comentários:

Estrangeira disse...

Milágrimas
Música: Itamar Assumpção
Letra: Alice Ruiz

Em caso de dor ponha gelo
Mude o corte de cabelo
Mude como modelo
Vá ao cinema dê um sorriso
Ainda que amarelo, esqueça seu cotovelo
Se amargo foi já ter sido
Troque já esse vestido
Troque o padrão do tecido
Saia do sério deixe os critérios
Siga todos os sentidos
Faça fazer sentido
A cada mil lágrimas sai um milagre

Caso de tristeza vire a mesa
Coma só a sobremesa coma somente a cereja
Jogue para cima faça cena
Cante as rimas de um poema
Sofra penas viva apenas
Sendo só fissura ou loucura
Quem sabe casando cura
Ninguém sabe o que procura
Faça uma novena reze um terço
Caia fora do contexto invente seu endereço
A cada mil lágrimas sai um milagre

Mas se apesar de banal
Chorar for inevitável
Sinta o gosto do sal do sal do sal
Sinta o gosto do sal
Gota a gota, uma a uma
Duas três dez cem mil lágrimas sinta o milagre
A cada mil lágrimas sai um milagre

Celina Missura disse...

Letra fantástica.

Fênix27 disse...

Olá!
Visitei o seu blog e axei muito legal. Desejo muito sucesso na sua caminhada,
Um abraço.