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terça-feira, 5 de outubro de 2010

DROGA E DEPENDÊNCIA


Celina Missura
O jovem quer ser independente e busca seu objetivo por todos os meios. Mas qual independência? Muitos, num momento de crise existencial e rebeldia buscam sua independência no álcool e na droga e passa a ser dependente.


Essa dependência tem várias faces e gera escravidão. Toda vez que o cérebro é estimulado por alguma substancia a pessoa passa a sentir sensações fortes e a falsa idéia de liberdade. E cada vez mais a pessoa necessita de aumentar a dose para repetir o estimulo. Surge então a compulsão que é o desejo de ir além.


“Existem muitas pessoas com um desejo constante de alterar
o estado de consciência recorrendo ao uso de drogas. Usam
drogas estimulantes de modo a permanecerem acordadas e
dançarem a noite inteira. Outras usam sedativos para
ficarem mais calmas, ou mesmo substâncias que lhes
permitem experimentar novas formas de consciência e
esquecer os problemas diários. Todas as drogas interagem
de modo particular com neurotransmissores e outros
sistemas de mensageiros químicos. Em muitos casos, as
drogas tomam conta de sistemas cerebrais envolvidos no
prazer e recompensa – processos psicológicos importantes
no ato de comer, beber, relações sexuais e até
aprendizagem e memória.” (
http://www.braincampaign.org/Common/Docs/Files/2780/ptchap4.pdf)


O abuso no uso de drogas leva a pessoa a ficar volúvel, e provoca mudança do comportamento e humor. A droga e o álcool derrubam a censura e momentaneamente dá uma sensação de bem estar, liberdade e independência produzindo intenso prazer.
É uma doença progressiva e fatal! Transforma o usuário em outra pessoa e prejudica as relações interpessoais.


“Com grande facilidade o consumidor pode tornar se
viciado ou até dependente. Ele, ou ela, passa então a sofrer
sintomas de sofrimento físico e psicológico quando interrompe
o consumo de drogas. Este estado de dependência pode levar os
consumidores a desejar a droga, apesar de com isto estarem a
prejudicar o seu trabalho, saúde e família. Em casos extremos,
o consumidor pode afundar-se socialmente e dedicar-se ao
crime para poder continuar a pagar a droga. (
http://www.braincampaign.org/Common/Docs/Files/2780/ptchap4.pdf)

Todo usuário deveria se perguntar: “Eu gostaria de ver a pessoa que eu amo usando álcool, droga?
(Foto: jornalcrpd.vilabol.uol.com.br)

Um comentário:

Jesueude Borges! disse...

Querida sempre com texto interessantes... amo
Uma noite repleta de Carinho a todos
Que os Anjos levem suas orações à Deus,
e que ele derrame sobre suas cabeças,
muitas estrelinhas cheinhas de Amor.
Bons Sonhos e um Lindo Amanhecer. BJKas =)