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domingo, 8 de agosto de 2010

SOPRO DE VIDA



(Foto- crédito Celina Missura)


QUANDO parte Uma primavera,
Como Todas flores morrem ;
Mas, retorna Quando, sorriem alegres .
Nos Meus Olhos , Tudo Passa ,
Na Minha cabeça , Tudo embranquece .
Mas não se DEVE Nunca Acreditar
Que , Na agonia da primavera,
Todas flores morrem como, Porque,
Ao longo de Noite,
hum ramo de pêssego Já florescia

Anônimo vietnamita





Fonte: Livro no Coração dos Povos - Ernesto Arosio - Ed . Missão e Mundo

2 comentários:

Rose Carrara disse...

É uma pena que o autor de um poema tão lindo tenha ficado no anonimato. NO entanto , são versos que retratam a esperança que fica quando ainda existe possibilidade de vida. parabéns pelo post, Magnífico!

Um abraço

Graziella disse...

Olá Celina...
visitei seu blog..
achei lindo...
lindo o poema tbm...
sucesso...